quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

Sou Forte.


Postei isso ontem e achei ridículo. Mas como sempre vou deixar aqui. 

sábado, 27 de novembro de 2010

Três Vidas E Uma Só Morte

Três Vidas e Uma Só Morte (Trois Vies & Une Seule Mort) de Raoul Ruiz.
Um homem que se divide em quatro nomes e quatro personalidades que nos coloca em quatro diferentes histórias de amor, luxúria e crime.
Quer deixar sua mente confusa? Então procure o filme e veja !

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Não é preciso saber francês para entender.




LEILA 


Leila,Leila,Leila,Leila

Pauvre humanité, muette 
Pardonner, polir le geste 
Croire, t'aimer 
Mais choire, prier

Que celle qui n'est... 
Pas parmi vos nombres 
Pas repose dans l'ombre 
D'une vie 
Qui n'est pas ici 

Je sais... Je sais... Moi, je sais... 
Que c'est pas la vie 

Corps cassés, 
Nulle espérance
Fille aînée d'Iran 
Infiniment 

Leila,
Une part ensevelie de nous-mêmes 
Leila,
La nuit se consume elle-même 
Leila,
Pont tendu entre entre ciel et terre

Leila, Leila, Leila

Leila, 
Une part ensevelie de nous-même 
Leila, 
La nuit se consume elle-même 
Leila, 
Pont tendu entre entre ciel et terre 

Leila, Leila, Leila

Pauvre humanité muette

Je Re Rends Ton Amour, de Mylene Farmer.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cara Sposa

É uma das minhas letras favoritas da Arielle Dombasle, tirada do poema de G. Apollinaire. 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Alguns versos, alguns parágrafos

Bem, não quero explicar como fiz esta letra, ela mesmo se auto explica. 

Bateu a criatividade

Ontem, sem nada para fazer pensei, vou recortar e escrever, ai está o triste ou feliz resultado:

domingo, 14 de novembro de 2010

Por favor, se alguem acessar esse blog, não leia isso, não tem a mínima graça ler sobre frustrações pessoais, pois nunca lerei sobre a de vocês.

Sinto uma tristeza tão grande,
Minha alma quer tanto sumir, desaparecer
Despedir de todos os que me rondam
Eu só queria ser ouvido neste mundo
Que minhas profundas mágoas tivessem algum sentido

Pá, pá, pá
É o som de tristeza que ouço agora
Minha alma quer tanto algo novo
Uma verdadeira aventura
Algo nada comum

Mas eu sei,
Ela levará tiros e tiros
Se aqui permanecer

Tã, tã, tã
Nem sei o porque escrevo esses refrões bobos
Pratos batendo e tambores matando
Ninguém me ouve, ninguém me escuta
Não estou frustrado
Simplesmente ninguém chega perto de mim
Da minha alma, a verdadeira

E essa música não ajuda,
Vou trocá-la agora
Trocando...
Sabe, ainda não decidi outra música
E sinceramente se alguém ler isso é perda de tempo
Só estou escrevendo sobre minha frustração que nunca passa
Escrever sobre frustrações pessoais é ridículo
Nunca leio sobre a dos outros, imagina as minhas
Quem quer saber de minhas frustrações? Ninguém.

Eco pelo perdão.


Das profundezas do além, um barulho ecoava sem limites, ele era notável e atormentador, até que uma bela voz, um barulho, começou a sussurrar, aclamando a paz de sua alma, tal eco, tinha a voz de uma sereia, de uma lenda.
As vibrações sentidas nunca mais seriam as mesmas, o pedido era contínuo, algo precisava de ajuda.
Uma jóia foi vista, foi mostrada, ali se concentrava todo o ardor de uma paixão, de um sofrimento,e o eco continuava sem parar, gritando aos focos de luz.
O som continuava, e continuava, a sereia já não ecoava e sim cantava com seus lábios esplendorosos, ela tinha em seu coração algo gritando por paz, por prazer, por perdão.
Ela só quer ajuda, ela só quer o perdão, e eternamente irá chamar por ele.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Morreu, ela morreu.



Estou morto
Estou sem chão
Não tenho nem céu nem inferno

Minha inspiração foi embora
Sem nem olhar na minha cara
Não sei onde ela está
Mas não sinto mais ela

Se eu morresse agora não faria diferença
Sem inspiração não tenho nada
Dalida deu as mãos para Arielle, e lá se foram...
Nem Leila está aqui

Se eu morrer agora
Não vai fazer diferença
Pois ela se foi
Ela, minha inspiração... 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ametista ( Parte 2 )...eternamente sem final !


Ela gritava aos que lhe pagavam. Um ano se passara, e ela ainda cursara a faculdade, aluna aplicada de inteligência notável.
A cada homem que passava, ela mesmo se consumia em profunda "falsa alegria", a verdade era um, sua alma gritava e gritava, contudo ela não queria um verdadeiro amor como tantas outros, ela tinha plena consciência que queria uma explosão.

NÃO, NÃO, CHEGA, EU JOÃO COUGO NÃO QUERO MAIS ESCREVER, NÃO ESTOU INSPIRADO O SUFICIENTE PARA ESCREVER ALGO QUE REALMENTE POSSA VALER A PENA, PRECISO ME DEITAR E ENTRAR EM MINHA DIMENSÃO SEM PROFUNDEZA...ATÉ QUANDO MINHA MELANCOLIA VOLTAR, JOÃO...

Ametista ( Parte 1 )


Moradora do interior da República Tcheca, Cecile Bent filha de um carpinteiro respeitado e uma professora de matemática, é tida como uma mulher simples com beleza excêntrica, sua educação foi como a de muitas criadas em berços de classe média visto com bons olhos pelo vilarejo.
Aos 21 anos, Cecile vai embora para a capital de seu país, Praga, estudar filosofia, contudo ao chegar em seu apartamento singelo de poucos metros, veste uma roupa e sai, sai a procura do que não queria, alguém que lhe oferecesse calor humano de verdade, alguém que lhe desse amor sem delongas.
Ela é uma tem um mistério em seu olhos, seu corpo anda pelas ruas como um boneco sem pé, sua alma grita internamente.
Sai, com um, dois, em três meses havia saido com vários e vários homens, claro, que não saia gratuitamente, ela cobrava e já era conhecida como Ametista, por ter o brilho de uma.
Ela era uma verdadeira "pedra mulher", sentimentos ácidos e isolados que chamava a atenção por onde passava, ela era o verdadeiro desejo sexual de Praga, alguns a pagavam simplesmente para ver sua beleza.
(Continua...)

São para seus olhos.




Garota dos olhos esbeltos, olhos tristes e brilhantes, a cada lágrima que dele cai, vira um diamante quando visto de meus olhos. A cada brilho que você usa, destaca-se mais e mais seu olhar tão doce e tão longe, que me fascina de tal maneira que me intriga e me faz pensar no nada do mundo, me faz pensar na dor alheia compartilhada com a verdadeira felicidade dos desprotegidos. Ô menina dos olhos esbeltos !

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Janelinha.


Alicia caminha de bicicleta por um velho e desconhecido bairro, ela anda sem rumo e sem preocupações, sua bicicleta é clara e tem uma cestinha com algumas flores coloridas, ela anda, anda e anda, até chegar em uma rua sem saída, uma rua cheia de arbustos nas casas, segundo a placa seu nome era "Rua 12", uma ruazinha estreita com o chão feito de pedregulhos bem escuros e com folhas secas caídas sobre ele. Ao chegar perto da última casa da rua, Alicia percebe uma beleza diferente, algo tinha ali, naquela janelinha, ela não sabia e nem iria se atrever a bater na porta da casa para perguntar, mas a janelinha com um vaso de flores secas ao lado lhe trazia uma felicidade imensa, algo tão aconchegante que nada seria capaz de explicar, uma lágrima caiu do rosto de Alice, e olhando para janelinha ela permaneceu por mais alguns minutos, e seguiu novamente seu caminho. Dia após dia, ela retornava para a tal ruazinha para ver a tal janelinha, um dia, não se sabe o porque, ela não mais voltou, e la permaneceu a janelinha, sempre do mesmo jeito.

A fala de uma Estrela.





Cantarei, dançarei, enlouquecerei...ligarei para muitas pessoas...gritarei bem alto para que me ouçam e me aplaudam. Com figurinos diversos e uma multidão excêntrica, esse é o sonho da estrela, de uma verdadeira estrela. Mas quando se for uma estrela, é preciso brilhar mais que as outras, bater nas outras. 

Sabe, quando você é uma estrela, daquelas que ofuscam tudo, você pode ajudar ao próximo com prazer, com amor, não que você não faça isso pela massa (mesmo fazendo parte da massa) é que você pode ser uma estrela entende, e estrelas brilham, principalmente se você conseguir brilhar mais e mais...a, quando eu for uma estrela...

domingo, 24 de outubro de 2010

Ele rema, rema e rema.


Velejando pela mente de Tony, garoto de certa forma simples, mas não adequado as normas da sociedade em que vive. Ele almeja por histórias, fáceis e simples, ele quer que todas tenham um coração, pode ser o coração de uma largartinha ou o que for, ele que sentir almas alheias o tocando. Ele sente que seu lugar não é o lugar onde ele se encontra nos últimos anos, ele sente uma necessidade imensa de conhecer e arriscar, ele quer um barco para seus pensamentos, um barco para levar faces de uma vida, ou ate mesmo de sua própria, mas ele quer misturar vidas, mas só se forem vidas com alma e coração, ele quer remar com a cara e a coragem, ele chora de melancolia ou de felicidade, mais ele chora, no final ele só pensa em remar para ver as almas, mas as verdadeiras almas, aquelas com coração. 

A menina.



Ela olhava pela sacada do prédio, olhando sem parar, mas ela na verdade não conseguia fixar seus olhos em uma pedra que fosse, seu pensamento era distante, sua agonia era imensa, a tristeza a consumia e seu olhar a deixava cega.
A face desesperada abaixo de sua maquiagem a fazia uma boneca sem alma, sem coração. Seu corpo não reagia, sua boca não mexia, e la continuou a menina, olhando pro nada com os olhos marejados de lágrimas.